segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Que vídeo-instalação vem a ser aquela? Vou já chamar a Inês Pedrosa.

"phantasmagoric fantasia".

This delusional freak show is two hours of pretentious twaddle that tackles religion, paranoia, lust, rebellion, and a thirst for blood in a circus of grotesque debauchery to prove that being a woman requires emotional sacrifice and physical agony at the cost of everything else in life, including life itself. That may or may not be what Aronofsky had in mind, but it comes as close to a logical interpretation as any of the other lunk-headed ideas I’ve read or heard. The reviews, in which a group of equally pretentious critics frustratingly search for a deeper meaning, are even nuttier than the film itself. Using descriptions like “hermeneutic structure,” “phantasmagoric fantasia,” “cinematic Rorsach test” and “extended scream of existential rage,” they sure know how to leave you laughing.

Um dos grandes méritos dos péssimos filmes (como este mother! e todos os restantes do Aronofsky, á excepção do The Wrestler, mas aí ele foi mero hired man e não teve caminho livre para as suas diarreias formais- a Jennifer Lawrence ainda não o processou por assédio audiovisual? Não me lembro da última vez que vi uma actriz a ser tão violada por uma câmara) é o facto de serem gostoso combustível para as mais hilariantes críticas de cinema. Sobretudo se eles vierem com laços "matafóricos" e "simbólicos" como instrumentos de caução. 


Como se preparar para um debate com um fã dos Safdie.


Substituir "blacks" por "women".

Reducing the image and the work of blacks in American movies limits how readers observe black achievement in cinema (and in America) to a diurnal diet of predictable attitudes: blacks are seen as curiosities, as subjects bound by society’s limit, as intellectual cannon fodder. The Times’ list is so full of patronizing liberal whoppers that it demands an informed response, one that’s not from on high or hiding its authoritarianism behind liberal good intentions.

Read more at: http://www.nationalreview.com/article/456119/black-history-month-new-york-times-film-list-needs-course-correction.
 
Armond White: há trinta anos a enrabar liberais. Nalguns casos, cremos que literalmente. 

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Ao mesmo tempo que entrava no edifício da piscina, saíam três senhoras. Segurei a porta, permitindo-lhes sair, antes de eu entrar. As três senhoras, já com alguma idade, comentavam a situação enquanto saíam. “Que cavalheiro”, disse a primeira. “Ai que cavalheiro”, exclamou a segunda. “Um cavalheiro à antiga”, rematou a terceira. Fiquei sem perceber se eram elogios ou reprimendas.